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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Um novo planeta?

A existência de vida fora da Terra, um dos maiores mistérios para os seres humanos, nunca esteve tão próxima de se confirmar. Cientistas anunciaram nesta quinta-feira, 17, a descoberta do primeiro planeta fora do sistema solar de tamanho similar ao da Terra e onde pode haver água em estado líquido na superfície. Isso significa que o planeta pode ser habitável.
A novidade reafirma a probabilidade de que haja planetas irmãos à Terra na nossa galáxia, a Via Láctea. O trabalho, conduzido por um cientista da agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, foi publicado nesta quinta na revista científica Science.
"É o primeiro exoplaneta (planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol) do tamanho da Terra encontrado na zona habitável de outra estrela", explicou Elisa Quintana, astrônoma do centro de investigação da Nasa, que liderou as investigações. "A descoberta é algo particularmente interessante porque o planeta, batizado de Kepler-186f, orbita uma estrela anã vermelha (a Kepler-186), menos quente do que o Sol, em uma zona onde pode haver água líquida."
De acordo com os cientistas, o planeta recém-descoberto tem 1,1 vez o tamanho da Terra, está na quinta posição contada a partir de seu sol e precisa de 129,9 dias terrestres para dar uma volta inteira em torno de sua estrela - o equivalente a um ano.
Já a estrela anã tem aproximadamente metade do diâmetro do Sol e fica a 490 anos-luz da Terra. Essa zona é considerada habitável porque a vida, tal como conhecemos, tem possibilidade de se desenvolver no local.
"Que a gente saiba, só existe vida aqui (na Terra). Então, estávamos procurando por um sistema exatamente como o nosso, ou seja, que tivesse um planeta do tamanho da Terra, localizado na zona habitável (com uma distância da sua estrela tal que a temperatura na superfície faça com que seja possível a existência de água) e que estivesse orbitando uma estrela parecida com o Sol", explica Isa Oliveira, pesquisador de astrofísica e sistemas planetários do Observatório Nacional. "Até hoje, a gente só tinha conseguido uma ou duas dessas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Dessa vez, temos as três características juntas", afirma.
O professor de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Kepler de Souza Oliveira Filho, ressalta a importância da descoberta para a ciência. "(Esse planeta) é um bom candidato a ter vida. Tem um sistema planetário como o sistema solar e a estrela é um pouquinho mais fria do que o Sol, mas o planeta é um pouquinho mais perto da estrela do que a Terra. Ele estava sendo esperado há muitos anos. Não tínhamos capacidade técnica de encontrá-lo, e agora comprovamos que ele existe, sim", salienta o professor.
A estrela que funciona como o sol desse sistema é a anã vermelha que, segundo a pesquisadora Isa Oliveira, representa 70% das estrelas no universo. "É bastante excitante que isso ocorra ao redor de uma estrela tão comum. Dá esperança de que a ocorrência de planetas com vida seja bastante possível em outros locais no universo", afirma. "Pode ser que consigamos descobrir muitos outros planetas mais próximos para que a próxima geração de telescópios possa observá-los melhor. Pode ser o começo de uma era bastante frutífera."
Limitações. Embora as condições no Kepler-186f sejam propícias para a existência de vida, ainda vai demorar ao menos uma década para que os humanos confirmem a informação. "O planeta tem o tamanho certo e a temperatura certa para ter água. Agora, se tem água, vamos ter de esperar ser medido o espectro dele e para isso deve levar ao menos 10 anos", diz Oliveira Filho.
Segundo ele, esse é o tempo necessário para construir telescópios com tecnologia adequada para fazer a medição.
Isa concorda: "Sabemos que a temperatura está correta, mas, para existir água, precisa ter atmosfera. Isso é bastante complicado de confirmar por causa das limitações tecnológicas que temos neste momento. O planeta está a quase 500 anos-luz de distância, ou seja, é muito longe para confirmar qualquer coisa a curto prazo".
Semelhança. Em agosto do ano passado, um planeta pequeno e rochoso, apenas um pouco maior do que a Terra, também havia sido descoberto. A diferença é que ele está muito mais próximo da estrela-mãe e, por isso, tem temperaturas infernais, de até 2,8 mil °C, além de um período orbital (tempo que o planeta leva para completar uma volta em torno da estrela) rapidíssimo, de apenas 8,5 horas, em vez dos 365 dias que tem o ano terrestre.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,astronomos-descobrem-1-exoplaneta-habitavel-semelhante-a-terra,1155288,0.htm

Aquecimento Global: Entenda



O aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas ocorridas no planeta. Diversas pesquisas confirmam o aumento da temperatura média global. Conforme cientistas do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), o século XX foi o mais quente dos últimos cinco, com aumento de temperatura média entre 0,3°C e 0,6°C. Esse aumento pode parecer insignificante, mas é suficiente para modificar todo clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais. 
 

Consequências do Aquecimento Global
 As causas do aquecimento global são muito pesquisadas. Existe uma parcela da comunidade científica que atribui esse fenômeno como um processo natural, afirmando que o planeta Terra está numa fase de transição natural, um processo longo e dinâmico, saindo da era glacial para a interglacial, sendo o aumento da temperatura consequência desse fenômeno.

No entanto, as principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito de estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural. A queima dessas substâncias produz gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que retêm o calor proveniente das radiações solares, como se funcionassem como o vidro de uma estufa de plantas, esse processo causa o aumento da temperatura. Outros fatores que contribuem de forma significativa para as alterações climáticas são os desmatamentos e a constante impermeabilização do solo.
 

Efeito de Estufa
O degelo é outra consequência do aquecimento global, segundo especialistas, a região do oceano Ártico é a mais afetada. Nos últimos anos, a camada de gelo desse oceano tornou-se 40% mais fina e sua área sofreu redução de aproximadamente 15%. As principais cordilheiras do mundo também estão perdendo massa de gelo e neve. As geleiras dos Alpes recuaram cerca de 40%, e, conforme artigo da revista britânica Science, a capa de neve que cobre o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, pode desaparecer nas próximas décadas.
 

O Degelo provocado pelas Alterações Climáticas
  Em busca de alternativas para minimizar o aquecimento global, 162 países assinaram o Protocolo de Kyoto em 1997. Conforme o documento, as nações desenvolvidas comprometem-se a reduzir sua emissão de gases que provocam o efeito de estufa, em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990. Essa meta tem que ser cumprida entre os anos de 2008 e 2012. Porém, vários países não fizeram nenhum esforço para que a meta seja atingida, o principal é os Estados Unidos.

Atualmente os principais emissores dos gases do efeito de estufa são respectivamente: China, Estados Unidos, Rússia, Índia, Brasil, Japão, Alemanha, Canadá, Reino Unido e Coreia do Sul.


Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/aquecimento-global.htm

sexta-feira, 18 de abril de 2014

ORIGENS DA CIÊNCIA

Origens da Ciência

Ptolomeu. Na Grécia Antigaencontram-se as origens do pensamento científico.
Em uma visão cronológica a ciência nasceu como uma tentativa de se achar respostas para os questionamentos humanos, questionamentos como "o que há lá fora?", "do que o mundo é feito?", "qual é o segredo da vida?" e "como chegamos até aqui?" Ref. 13 . Mais do que capaz de satisfazer a curiosidade, mostrou-se gradualmente como uma verdadeira ocupação, inspirando trabalhos de vidas inteiras. Isso porque percebeu-se que, por meio da observação e experimentação - do método científico - era possível não só compreender o mundo que nos cerca mas também a nós mesmos, isso de forma a impelir o desenvolvimento de novas tecnologias e, assim, melhorar a qualidade de vida das pessoas. Nesse sentido, embora não exista por si só e sim como uma produção humana, a ciência é, de longe, a ferramenta mais indispensável à manutenção do progresso.
Com um longo caminho ainda a trilhar antes de atingir a definição e status atual, o aqui com ressalvas chamado "pensamento científico" surgiu na Grécia Antiga com os pensadores pré-socráticos que foram chamados de Filósofos da Natureza e também Pré-cientistas. Nesse período a sociedade ocidental pela primeira vez ousou abandonar a forma de pensar baseada em mitos e dogmas para estabelecer uma nova forma de pensar, uma forma de pensar naturalista baseada no ceticismo.
O pensamento dogmático coloca as ideias como sendo superiores ao que se observa. O Pensamento cético coloca o que é observado como sendo superior às ideias. Por mais que se observe fatos que destruam o dogma, uma pessoa com pensamento dogmático preservará o seu dogma. Para a ciência uma teoria é composta por um corpo de fatos e ideias, e se observarem-se fatos que comprovem a falsidade da ideia, o cientista tem a obrigação de modificar ou reconstruir a teoria.
Na época de Sócrates e seus contemporâneos, o pensamento científico se consolidou, principalmente com a difusão do conceito de prova científica (ao rigor moderno, "evidência científica", "fato científico") atrelado à observância de repetição do fenômeno natural.
Embora não se encontre na Grécia antiga a definição de ciência em moldes modernos, é nela que encontra-se o primeiro passo para se alcançá-la. Tanto as religiões como a ciência tentam descrever a natureza. A diferença está na forma de pensar. O cientista não aceita descrever o natural com o sobrenatural, e para ele é necessária a observação de evidências que eventualmente falseiam as ideias. Para um cientista a ciência é uma só, pois a natureza é apenas uma. Sendo assim, as ideias da física devem complementar as ideias da química, da paleontologiageografia e assim por diante. 

-Wikipedia

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Combate ao Câncer


Superalimentos, como mirtilo (blueberry) e brócolis, têm fama de ajudar na luta contra o câncer por combater radicais livres. No entanto, o cientista James Watson, que ajudou a descobrir a estrutura do DNA e ganhou o Prêmio Nobel, lança uma opinião contrária, a de que o excesso de antioxidantes, adquirido com a ajuda de suplementos nutricionais, pode ter causado mais a doença que prevenido. Os dados são do jornal Daily Mail. 
Watson disse que os radicais livres não só ajudam a manter as células doentes sob controle, como também são fatores essenciais em fazer muitos medicamentos contra o câncer eficazes. “À luz dos recentes dados fortemente insinuando que muitos dos estágios avançados intratáveis do câncer podem surgir pela grande quantidade de antioxidantes, chegou o momento de perguntar seriamente se o uso de antioxidantes aumenta a probabilidade de causar ou prevenir a doença”, acrescentou o cientista. 
 
O profissional também disse que muitos estudos encontraram que antioxidantes, incluindo vitaminas A, C e E, e o mineral selênio, têm “eficácia não-óbvia” na prevenção do câncer de estômago ou prolongamento da vida. Em vez disso, parecem encurtar a vida e a vitamina E pode ser particularmente perigosa. 
 
Nic Jones, da organização Pesquisa do Câncer do Reino Unido, concorda que pesquisas mostraram que antioxidantes foram ineficazes para a prevenção de câncer em pessoas saudáveis e que podem até mesmo aumentar ligeiramente o risco da patologia. Acrescentou ainda que as vitaminas e minerais devem ser obtidos por meio de uma dieta saudável e equilibrada.

Fonte: www.terra.com.br

Apophis passa perto!


O asteroide Apophis vai passar a 14,5 milhões de quilômetros de distância da Terra nesta quarta-feira (9) às 22 horas (horário de Brasília), a maior aproximação do corpo celeste com o nosso planeta observada até agora. De acordo com astrônomos, o evento não representa nenhum perigo, já que a distância representa 36 vezes a distância da Lua com a Terra.
Descoberto em 2004, o Apophis teria uma chance em 45 de bater na Terra em 2029, mas estudos avançados descartaram esta hipótese. No entanto, ainda existe alguma chance dele colidir com o planeta em 2036 e a aproximação desta manhã vai ajudar a prever esta probabilidade.  

Estima-se que Apophis tenha 270 metros de diâmetro, cerca de três vezes o tamanho de um campo de futebol. 
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2013-01-09/asteroide-apophis-passa-perto-da-terra-na-quarta-feira.html

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Quando comemos, muitas vezes podemos pensar que temos o alimento só para nós, quando, na verdade, estamos dividindo a comida com uma ampla comunidade de micróbios presentes no sistema digestivo. Um novo estudo da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (UNC, na sigla em inglês) revelou que alguns micróbios do estômago aumentam a absorção de gorduras alimentícias, permitindo que o organismo extraia mais calorias da mesma quantidade de comida.

O estudo, publicado no jornal Cell Host & Microbe, foi realizado em peixes-zebra, que são transparentes quando jovens. Os animais eram alimentados com ácidos gordurosos contendo corante fluorescente. Desta forma, os pesquisadores conseguiam observar diretamente a absorção e o transporte de gorduras na presença ou na ausência de micróbios no sistema digestivo.
Os cientistas localizaram com precisão um grupo de bactérias (Firmicutes) como o instrumento principal no aumento de absorção de gordura. Eles também descobriram que a abundância dessas bactérias no sistema digestivo foi influenciada pela dieta: os peixes que comiam normalmente apresentavam mais bactérias Firmicutes comparados aos peixes que estavam sem comer por vários dias.
"Os resultados indicam que os micróbios do sistema digestivo podem aumentar a habilidade de colher calorias dos alimentos por estimular a absorção de gorduras", disse Ivana Semova, líder do estudo. "Outra implicação é que o histórico da dieta poderia impactar na absorção de gorduras modificando a abundância de certos micróbios, como as Firmicutes, que promovem essa absorção", conclui.
Mesmo que o estudo envolva apenas peixes, os pesquisadores acreditam que ele ofereça ideias que podem ajudar na criação de novos tratamentos para obesidade e outros distúrbios alimentares. "Se podemos entender o quão específicas são as bactérias do sistema digestivo em estimular a absorção de gorduras, podemos usar a informação para desenvolver novas formas de reduzir essa absorção em um contexto de obesidade e doenças associadas", afirma Rawls.


O estudo, publicado no jornal Cell Host & Microbe, foi realizado em peixes-zebra, que são transparentes quando jovens. Os animais eram alimentados com ácidos gordurosos contendo corante fluorescente. Desta forma, os pesquisadores conseguiam observar diretamente a absorção e o transporte de gorduras na presença ou na ausência de micróbios no sistema digestivo.
Os cientistas localizaram com precisão um grupo de bactérias (Firmicutes) como o instrumento principal no aumento de absorção de gordura. Eles também descobriram que a abundância dessas bactérias no sistema digestivo foi influenciada pela dieta: os peixes que comiam normalmente apresentavam mais bactérias Firmicutes comparados aos peixes que estavam sem comer por vários dias.
"Os resultados indicam que os micróbios do sistema digestivo podem aumentar a habilidade de colher calorias dos alimentos por estimular a absorção de gorduras", disse Ivana Semova, líder do estudo. "Outra implicação é que o histórico da dieta poderia impactar na absorção de gorduras modificando a abundância de certos micróbios, como as Firmicutes, que promovem essa absorção", conclui.
Mesmo que o estudo envolva apenas peixes, os pesquisadores acreditam que ele ofereça ideias que podem ajudar na criação de novos tratamentos para obesidade e outros distúrbios alimentares. "Se podemos entender o quão específicas são as bactérias do sistema digestivo em estimular a absorção de gorduras, podemos usar a informação para desenvolver novas formas de reduzir essa absorção em um contexto de obesidade e doenças associadas", afirma Rawls.
Tecnologia em alta.

Russos fabricam o grafeno, uma rede de computador a partir de grafites de 13 moléculas... É minúsculo, e...Inovador!!!!!!